Marcela Morales, Advogado

Marcela Morales

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Marcela Morales, Advogado
Marcela Morales
Comentário · há 8 meses
Com todo respeito, mas o senhor está equivocado sobre a situação. A menina é órfã de mãe, pai presidiário, “criada” pelos avós trabalhadores informais. Provavelmente cresceu sem vigilância e cuidados adequados, ou seja, fruto de um lar completamente desestruturado. Quatro anos sendo violentada, e segundo o tio acusado, o avô da garota e seu filho que residia junto deles também devem ser submetidos à exames, assim como ele. Sendo assim, aparentemente ela vive em situação de abandono, descaso, desprezo...em meio a predadores. E na concepção do senhor, o que a traumatizaria seria ver sua barriga crescer, “surgirem estrias”, seus pés incharem e ela ser apontada na rua? Honestamente, em que mundo o senhor vive? Há uma geração de garotas de 10, 11, 12 anos gerando outras crianças. Meninas de 13, 14 anos gestantes ou já vivendo a maternidade, visitando seus companheiros na prisão. Se o senhor desconhece essa triste realidade e crê que é essa situação a causadora das instabilidades ou desequilíbrios e traumas que essa menina possa desenvolver ao longo da vida, falta-lhe vivência. DNA...independente de quem, desse círculo familiar doentio, seja o dono do material genético que a fecundou, se vc acredita que é isso que definiria o caráter do bebê, caso tivesse tido oportunidade de viver, lembre-se que a menina também carrega a genética do tio, ou de qualquer um dos outros suspeitos, visto que segundo o acusado, outros homens da família também cometeram barbáries contra a criança. Infelizmente, esse não foi um fato isolado. Pelo contrário.

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